quinta-feira, 28 de outubro de 2010

PROMESSAS...

Oi gente boa! eu disse que logo voltaria. Aprendi que não podemos prometer nada pois não sabemos o que nos aguarda pela frente. Continuo sem internet, por uma causa nobre, estamos (meu irmao, minha cunhada e eu) colocando o piso na casa e com isso tá tudo desmontado e bagunçado. MA que bagunça gostosa, estou feliz! E voltando ao assunto Promessas, além de estar sem internet, consegui mais um setor para recensear. Nossa!!! este está sendo uma aventura, uma missão, mapa não confere com a realidade, cinco ruas tem o mesmo nome, RUA UM ! e outras assim se repetem... Enfim, para quem gosta de desafios, este está sendo um prato cheio! Ao mesmo tempo está sendo um desafio para mim mesma, pois não sei até onde vou conseguir fazer, pois o IBGE está pressionando para entregar tudo até amanha, sexta feira! Eu não gosto de trabalhar com pressão, então...mais um desafio a enfrentr... O lado bom de tudo isso, que não é um trabalho fixo, ou seja, não é empresa com carteira assinada, então eu sei que vai acabar, é um contrato temporário! caso contrário, estaria fora!
bom, tenho que ir. MUITA LUZ DIVINA PARA TODOS! e até a volta!

domingo, 10 de outubro de 2010

Voltarei logo

É que estou sm internet. Tenho o diario do recensaedor para postar e como foi meu sabado , ontem. e mais frases, mais receitas, mais sobre as cachorrinhas. Lembra do pavor que tive pelo fato da Pretinha ficar olhando o espelho etc e tal.? pois é, ela já se acostumou e não tem essa de animal ficar louco. E tem mais para contar. Até a volta! Muita LUZ!!!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Frase de Carlos Drummond de Andrade

Recebi um email e gostei mais do que estava no rodapé da página: 'A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade'. Carlos Drummond de Andrade

domingo, 3 de outubro de 2010

Bem Vindas Mimo Chic e Dani!!!

Já são 22h e 30min, passei apenas para dar uma olhadinha e que surpresa boa!!! um comentário com seguidora e mais outra seguidora!!! legal mesmo! E muito bem vindas! Quero também visitar o blog de voces e o farei!
Estou em falta com o diário do recenseador e hoje trabalhei como 2. secretaria, outro texto para escrever, mais uma tarefa para não chamar de divida...
Boa semana à todos! MUITA LUZ!

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Arte até ao trabalhar com o trator!




Estava eu seguindo uma rua para chegar a outra para recensear a próxima quadra. Vou chegando perto do trator trabalhando com as manilhas. Ele tirava a terra e deitava a manilha onde havia retirado a terra. Repetia o procedimento e eu olhava encantada, o motorista sabe manejar o trator. Tudo bem. Só que eu vejo uma arte incrível!!! Requer habilidade, sensibilidade, paciencia entre outras palavras que desconheço para tal façanha, e cuidado para não quebrar a manilha. Tirei foto pois não tinha como filmar. Foto de celular não é a mesma coisa... se eu ver de novo, tiro foto de mais perto, ficou muito longe...

Barro? Lama? Transformação? que mais?









Algumas ruas que estou recenseando... o diário fica para amanhâ, falta o de ontem... São 22h e 34min e estou cansada. MUITA LUZ!

domingo, 26 de setembro de 2010

Sábado Diferente - continuação

Direto ao dia 25 de setembro. Acorda cedo, já??? Eram seis horas e iríamos sair de casa às 6e20 para pegar o coletivo e chegar no ponto de partida do grupo, com saída prevista para 7horas. Após cumprimentar a organizadora, ela manda entrar no ônibus. Pode sentar em qualquer lugar, menos nas quatro cadeiras da frente pois estão reservadas para quem tem dificuldade para andar. Ok. Vamos lá. Sentei logo atrás da primeira fila. Meus pais foram lá para trás. Já havia dado sete horas e ainda faltavam pessoas. Não tem pontualidade? Organização? Calma Rose! Calma. Entrou uma outra organizadora que foi dizendo que deveríamos ir embora. Concordei afinal se sairmos no horário da próxima vez essas pessoas aprendem a chegar no horário. Que maldade a minha! Calma Rose. Fechei os olhos. Para relaxar e ninguém puxar conversa comigo. Não adiantou, lá ouvia eu a pergunta e respondia. Fechei os olhos de novo. Consegui. Daí você ouve a conversa dos outros. Que coisa chata, mas tenho ouvidos! Num ônibus como não ouvir. Um fala do outro, outro fala de receita, outro de dores, e eu pensando, um dia vou ficar velha também. Ou não? Só Deus sabe. Sei que tenho que fazer a minha parte. Ter paciência. Finalmente o ônibus parte, não me pergunte com quanto tempo de atraso, pois não quis olhar o relógio. O passeio seria em Campinas. No meio do caminho, um burburinho, o motorista mais a guia erraram o caminho. Faz a volta. Já passou nesse lugar. Deveria seguir a direita. Não. Deveria ser nesta rua... enfim saiu no lugar certo e chegamos. Onde? Não sei. O lugar era arborizado, arrumado. Entramos quintal a dentro. Fomos orientados a procurar uma mesa e sentar-se. Aguardamos. Chega uma pessoa que nos dá boas vindas e nos oferece um café para depois seguir para outro espaço. Pensei, é o culto. Já tinha tomado café. Tomei um café com leite e um pãozinho pequenininho com geléia. Valeu. Tomei outro café com leite. E olha que não sou de tomar leite! O que está acontecendo comigo? Fomos para o outro espaço. Na parede estava escrito em letras maiúsculas enorme: Lar Luterano Belém. Varias cadeiras, projetor, slides. Eram nove horas. Soube que era o pastor. Ele começou dando bom dia e informando que o tema a ser discutido hoje seria Morte e morrer, como se preparar.
Houve cantos, todos cantaram. Houve dinâmica de cantar e abraçar. Depois tivemos que responder a quatro perguntas escrevendo no papel. Terminado de escrever, ele informa estas anotações ficariam com a gente e quem quisesse poderia falar. E assim foi. Eas emoções de algumas pessoas brotaram. Comecei a ficar...injuriada (como se diz em Salvador) calma Rose, paciência. Comecei então a anotar o que interessava para escrever no blog. Anotei o que acabei de escrever, para me lembrar e continuei escrevendo. Enquanto ele falava , escrevi também uma coisa que me passou na cabeça., ou seja, a gente não morre. A matéria morre, nós apenas dormimos para fazer a passagem. Afinal a vida eterna é eterna sem rompimentos”. Fui ouvindo o que ele falava e observando as reações das pessoas e a minha. O que me aliviou foi ser observadora. Daí veio outra coisa a mente, acredito que já falei sobre isso em algum outro pedaço... que aprendi que o amor incondicional é maior do que qualquer sentimento, por isso é tão fácil perdoar. Não se perdoa, se ama. É automático, quando se ama de fato automaticamente já se perdoa.
Próximo , como chamar? Item? Estava lá no sliede: preparando-se para o fim da vida:- conciliar-se com que se faz necessário
-ensaiar o desapego
- e confiar
-vencer o medo de que não vamos fazer falta quando falecermos
-vencer o medo do que vão falar de mim quando eu não estiver mais aqui
-medo de ficar sozinho na hora da morte
- ter uma vida de fé
- na fragilidade da vida deixar-se carregar pela mão graciosa de Deus
Entre outros e que a cada item desse ele esclarecia ou informava... no inicio da palestra estavam todos atentos, interessados, veio grupos de Limeira, Rio Claro, Campinas, e outros além de Indaiatuba. Diga-se de passagem, que o nosso ônibus de 50 lugares só faltaram duas pessoas!. Continuando... Passado a hora, não sei que horas eram, o (daí soube que ele era o pastor) o pastor perguntou se o grupo queria tomar um cafezinho ou tocar adiante. O grupo quis tocar adiante sem intervalo. Mas ele não informou até que horas ele iria com a palestra, ou culto? Eu não entendo nada disso. Sei que lá pelas 11 horas o povo já conversava entre si enquanto ele falava. Será que ele não se tocou? Que o povo tá cansado? Que terceira idade não agüenta tanto tempo sentada? Mas ele continuava a falar e falar. Nossa! 11 e meia, que cansativo, o que foi que eu vim fazer aqui? Respondo: com tudo se aprende, então não estou aqui à toa, alguma coisa vou aprender com isso. Bom, mesmo ele perguntado e o povo respondendo, e nesse instante ele estava esclarecendo sobre o pensamento de Martinho Lutero... nossa que linda a imagem que passou no slide, só eu como vou descrever? Uma mão em concha e um corpo adolescente meio que deitado sobre a palma da mão, parecia esculpida. Percebi que o silencio reinara novamente. O povo dormiu de vez ou se interessou de novo? Não sei. Ouço ele falar: para receber o perdão antes de morrer é através da contrição, ou seja, reconhecer o erro, ou pela fé.
Pensei com meus botões, ah tá...
Ele continuou, como compreender o que acontece com a gente na morte? Martinho Lutero explica que é como o útero apertado, o bebe quer sair e ganhar o mundo, mas tinha medo e assim é com a morte.
Eu com meus botões, que tal? Legal....cada um explica como pode...
E ele continuou: sai do mundo para ganhar a eternidade.

O que acontece entre a morte e a ressurreição? A gente voa como os espíritas dizem, ou a gente voa... fiquei chocada! Não se respeita outra religião? Falou mais um pouco e ouvi : é como dormir e acordar. Eu me pergunto, ele passou por isso? Como ele sabe disso? Calma Rose, cada um tem seu jeito...
Falou sobre doação de órgãos, mas eu já não estava mais prestando atenção. Voltei a ouvir. E o que ouço? Como entendemos a doença?é para se socorrer, se cuidar e ela pode vir a ser um tempo de graça e benção, pois ela pode estar preparando a pessoa para morrer.
...Ui! Doeu. Acredito que eu era a pessoa mais nova do grupo, os demais estavam acima dos setenta. Quantos estão doentes? Vão morrer? Como é que é isso? As perguntas borbulhavam em minha cabeça, mas as segurei para mim. Ouço ele explicar sobre a diferença da oração memorial que o luterano faz e o sétimo dia de missa que os católicos fazem. Mais uma vez, onde está o respeito? Acabei convidando minha mãe a sair comigo, pois ela mesma não estava bem e saímos. E o pastor continuou com a falação até após meio dia! Quando foi servido o almoço. Nossa! O almoço estava delicioso! Tinha alface, beterraba cozida, tomate cortado em quatro, salada de chuchu com vagem e azeitona, e maionese de repolho e cenoura bem picadinha, mas arroz, feijão e batata cozida e carne, não sei que carne, pois não como. O tempero estava muito bom mesmo, valeu a espera. E o passeio? Seria como? Ouviram minha pergunta, pois ouço a resposta. Após o almoço sairemos para o shopping onde assistiremos a um filme no cinema. Que filme? A gente vai pagar ingresso? Nada sei. Aguardei. A sobremesa foi abacaxi picado, muito bom também. Repeti e era melão picado a segunda remessa. Saímos para o ônibus a caminho do shopping. Puxa, shopping que eu não conhecia, shopping Prado! Legal. O filme? O malvado favorito, ou coisa parecida. Eu queria mesmo assistir. Entramos na sala do cinema, nem sentamos fomos convidados a sair para outra sala pois este já estava lotado. E assim o grupo foi dividido em duas salas com o mesmo filme. Valeu, dei risada, mas esperava muito mais. Não assisto de novo. A mensagem do filme é que vale. O amor sempre vence. Após o filme, voltar para o ônibus, só que tivemos que esperar algumas pessoas que foram passear no shopping. Podia? Não fui avisada e nem os que estavam aguardando no ônibus, o dia do meu aprendizado era: ter paciência. Voltamos para Indaiatuba, cada um descendo próximo da residência no trajeto do ônibus. A maioria desceu no ponto de partida, nós descemos na rodoviária e conseguimos pegar o ônibus coletivo para casa. Jantamos e eu vim para casa. Lar Doce Lar. Valeu o passeio, aprendi que da próxima vez tenho que perguntar sobre o roteiro, sobre pontualidade, organização. Me pergunto? Vale a pena? Não sei. Mas tenho certeza de que com esse grupo não viajo mais. Aprendi que podemos escolher nossos caminhos, e eu escolhi fazer este passeio, no escuro, mas eu aceitei. Valeu como experiência. Nada é a toa nessa vida. Chega por hoje. MUITA LUZ DIVINA!

Diário...Recenseador - 3.Setor - Parte 4

Que chuva foi essa a madrugada inteira? Trovões? Não sei que horas foi, mas levantei e desliguei a geladeira de tanto trovão e relâmpago. Consegui dormir. Ao acordar chovia e chovia. Sem guarda-chuva (esqueci na mamãe ) não poderia ir trabalhar. Decidi pespontar as borboletas da outra cortina que tenho para terminar. A chuva oi diminuindo e eu com vontade de visitar as casas que prometi voltar. Assim que estiou, sai. Nem bem fechei o portão lá vinham meus pais trazendo o meu guarda-chuva e algumas verdurinhas para mim. Legal. Fui sossegada e fui conseguindo encontrar o povo em casa. Alguns não, infelizmente. Mas tudo debaixo de chuva, pouquinha de maneira que dava para fazer. As pessoas saiam debaixo de guarda-chuva e vinham responder. Ah! Esqueci de falar que eu estava cômica! Sim de bota plástica branca no meio do barro!!! Hilário! Coloquei a barra da calça para dentro da bota para não sujar a barra. Adivinha o que sucedeu? Entrou uma pedrinha no pé esquerdo mais uma bolinha de barro nos dois pés!!! Descalcei para irar as pedras e depois coloquei a barra para o lado de fora da bota. Molhou com a chuva, sujou com o meu jeito de andar, mas pelo menos não entrou mais nem uma pedrinha...Eram quase três horas e eu sem almoço, mas como estava encontrando pessoas fui fazendo, até que um morador me ofereceu feijoada! Gentilmente neguei, por não comer carne, ofereceu refrigerante, cerveja, e eu negando pois não bebo álcool e nem refrigerante. Pedi água e me trouxe como se fosse ouro. A esposa estava respondendo ao questionário e lá vem ele com o refrigerante querendo trocar com a água. Eu esclarecendo que não tomo mesmo refrigerante. Ofereceu a feijoada de novo. Eu respondi que não e que aceitaria uma banana, pois de fato estava sem almoço. Gentilmente me trouxe duas no prato. Foi uma maravilha, que gostosa! Não sei se foi minha fome ou se estava gostosa mesmo. Quando comentei com a moradora ela respondeu que comprara no mercado. Repeti de que estava muito boa. Segui na rua barrenta, afundando o pé, aliás a bota e rezando para não escorregar. Não pelo vexame, mas imaginou sujar e estragar um aparelho que está sob minha responsabilidade? Nossa! Nem pensar! Correu tudo bem. As quadras eram pequenas, uma face nova foi grande, não consegui achar todos. Algumas casas não têm campainha e nem sino, batia com a mão no portão, pois tinham carros lá dentro, mas ninguém atendeu. Com chuva, com som dentro de casa, quem vai ouvir alguém lá fora? Ah outra coisa interessante, como todo recenseador sabe, não somos nós que escolhemos o questionário. É o IBGE. E que ele surge numa média a cada 10 casas aleatoriamente, às vezes mais do que 10 casas. Estava eu realizando o questionário de amostra, e o morador chamou a filha dele para responder o dela, pois tinha muitas perguntas que ele não saberia responder por eles. Tá tudo bem, mas o deles seria o básico, expliquei, por ele ter recebido o de amostra. Terminado o questionário dele, a filha veio responder. Expliquei a ela que seria muito difícil ela responder ao questionário amostra, pois acabara de fazer para o pai dela. E que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar. Surpresa!! Outra amostra! Eu particularmente fiquei feliz, por outro lado preocupada, pois ela vira quanto demorou com o pai dela. Mas ela teve muita paciência e tudo terminou muito bem. Segui adiante, escorregando, andando, equilibrando. Cômico. Agradeci estar de botas! Soube que tinha um ônibus as 18h, então me preparei para o último questionário e faltavam cinco para 6, fiquei aguardando. Passado 15minutos resolvi voltar a pé mesmo, pois iria escurecer ainda mais no barro, o que estva sendo cômico podia virar uma tragédia rsrsrs. Bati num portaozão, pois vi dois carros lá dentro. Bati e gritei Ó de casaaaa! Mas nada. Quando vi o ônibus apontar dei sinal na esperança que parasse, pois estava fora do ponto. Graças aos céus ele parou, como era descida derrapou, em fração de segundos fiquei paralisada. Mas deu certo, ele parou e eu agradecendo subi e conversei com ele, esclarecendo o censo. Interessante, passados dois meses ainda tem pessoas que não sabem para que o censo “serve”. Desci e mais uma vez agradeci. A chuva continuava. Fiz minha janta, o couve que mamãe deu mais abóbora e mandioca. Do meu jeito e comi. Antes porém, tomei um belo de um banho, claro! E agora estou escrevendo para ligar a internet e postar. Como a internet anda ruim ultimamente...vamos ver se postarei hoje ou não. E vou também escrever sobre o dia de sábado, que estou devendo. MUITA LUZ!

sábado, 25 de setembro de 2010

Sábado Diferente!

Hoje escreverei apenas que foi um sábado diferente. Há dois meses fui a um evento (café com bolo) com culto (Luterano) e recebi um convite para um passeio em Campinas no dia 25 de setembro. Como meus pais iriam, resolvi fazer também. Sem programação, apenas a confirmação mediante o pagamento. Ah se eu soubesse... não teria ido. Mas no final, acredito que aprendi muita coisa. Da próxima vezs pedirei o programa. Há uma semana atrás fiquei sabendo que o passeio teria inicio às 7h da manhã, de onibus para Campinas. o restante, conto outro dia, fiz anotações , acredite, teve uma palestra das 9 às 12h sobre morte e morrer, ou coisa parecida. Escreverei, como é longo o farei no word primeiro. Muita LUZ DIVINA!

Obs>: Sou batizada católica, mas isso não quer dizer que sou. O que sei e sinto, é que existem vários caminhos para se chegar à Deus, ao Criador, a Jeová, seja lá que nome as pessoas dão. Ouço um pouco aqui, outro pouco lá. Leio também sobre vários temas, e chego a minha própria conclusão. Já fui a um casamento Batista, a uma Confirmação Luterana, centros espíritas para ouvir palestras. O que importa para mim, é fazer o bem sem olhar a quem.
Muita LUZ DIVINA!

Diário...Recenseador - 3.Setor -Parte 3

Oi. Direto sem escrever no word. Na sexta de manhã, ontem recebi outro PDA. O menor. Tinha pouca carga e fui direto para o setor para continuar. Valeu, só que às 13h voltei para casa para recarregar. Foi muito boa a sensação, voltar pra casa, fazer o almoço enquanto carregava o aparelho, almoçar e sair de novo. E olha que ontem choveu e como choveu, principalmente na hora do almoço. Eu conversei com São Pedro por duas vezes, antes do almoço quando iniciou alguns pingos. Eu disse a ele: Ah São Padro , eu estou trabalhando! e ele me ouviu, pois a chuva que caiu durante o almoço... E após o almoço, fiz mais entrevistas, chovia bem leve. E assim mesmo as pessoas vinham também de guarda chuva e respondiam. Uma benção. Quanto a chuva, fiz um comentário para uma pessoa, de que a chuva estava sendo muito boa principalmente para as plantas, pois por mais que voce dê água, não é a mesma coisa que a chuva e ela concordou e completou: que bom voce trouxe chuva! Eu apenas sorri. Hoje, sábado, devido a um compromisso marcado há dois meses não foi possível recensear, mas amanhã estarei visitando as casas fechadas e já pedindo ao universo que eu consiga encerrar estas casas fechadas de 8 quadras, pois tenho no total 26 quadras para fazer.Uma quadra, não tem casa nenhuma, mas não posso dar baixa por não ter chegado lá ainda. outra quadra tem duas faces sem casas, e assim vai. Por hoje é só em relação ao diário recenseador. MUITA LUZ!